Baralho do Destino – Já causando problemas! E aventuras!

…Diário de Aventura (dia 20)

Faz dias que não escrevo nada no diário. Desde que me dividi do grupo de anões que ia encontrar Khundrukar, eu fui até o Bosque do Carvalho, ter com a senhora Kerowyn Hucrele.
Infelizmente tive o encargo de entregar os anéis de Sharwyn e Talgen. Eu mesmo quase fui morto e, sorte, fui resgatado pelos Buscapedra. A mãe dos meus ex-companheiros ficou desconsolada, mas ela se confortou com os anéis e terminou entregando uma burra com 200 POs, que devo entregar ao grupo que me resgatou, como eu prometi. Fui chamado para investigar Os Rochedos com outro grupo. Vou fazer esta nova aventura e, se Baravar permitir, volto a escrever.

…Diário de Aventura (dia 28)

Voltei ontem da expedição. Enfrentamos Orogs, serpentes de fogo e fugimos de um Gigante do fogo. No mais, retornamos todos.  Egon teve um machucado grave no joelho e vamos cuidar dele nesses dias.

Enquanto isso, vou estudar uma carta de baralho que encontrei. Tem um nome impresso: Farmhirr. Que ironia. Ela tem uma anã desenhada. O que Baravar escreveu no tear do destino para eu sempre estar no meio da vida dos anões? Bom irei pesquisar sobre esta carta, pois senti que ela tem uma aura mágica muito leve.

…Diário de Aventura (dia 30)

Sobrevivi!
Baravar, me ajude, mas estava usando a magia identificar na carta de Farmhirr e descobrindo informações, quando uma cópia minha surgiu e me atacou. Ele tinha os mesmos poderes e chegou soltando mísseis mágicos em mim. Por sorte usei o escudo arcano e consegui me defender. O combate foi feroz, pois ele pensa como eu. Mísseis mágicos voaram. Escudos foram erguidos. e não tinha como me superar na minha melhor estratégia.
Fiz o básico e gastei tudo o que ele tinha, mas também gastando tudo o que tinha. A minha única vantagem é que ele me odiava e queria me destruir. Antes do meu eu-nimigo lançar um raio de fogo nos meus fundilhos, eu dei um pinote e saí pela porta do quarto da taverna e fui me adoletar em outro quarto.
Tive que usar a orientação divina e me esconder atrás de uma ilusão de um caixote. Na hora que o eu-nimigo ficou de costas, eu pulei com o saco de dinheiro dos Buscapedras e dei na cabeça dele. Enfiei a cabela dele no saco e o fechei, conseguindo sufocar a criatura, que se dissipou na hora em que desmaiou.
Eu ativei os poderes desta carta. Esse tranco místico é capaz de reativar itens mágicos e eu tive uma pequena noção de onde ir. Ir atrás de outras cartas. Reunir a patota, de outro tempo, outro lugar. A carta é parte de um baralho poderoso. Quero ver este baralho! Este é meu destino: O meu Baralho do Destino!
Estou longe, mas não vou me deixar abalar. Quero reunir todos! Farmhirr abriu meus olhos.

…Diário de Aventura (dia 46)

Tive sorte! Muita sorte! Garl Glittergold está sorrindo para mim! Consegui uma carona para o sul em um navio voador de Halruaa! Eles estão vieram comprar minérios em Adbar e estão descendo para o sul.
Decidi não contar nada aos meus companheiros. Esta missão é minha! Este é meu Baralho do Destino!
O Presente, A Benção, A Luz … todas me esperam. Os deuses estão adormecidos. Me esperando. Querem me encontrar. E eu vou!
Vou deixar o dinheiro em Phandalin, com os Buscapedras e depois, rumo ao sul. Que Baravar me acompanhe, pois sinto que minha busca trará ótimos frutos!

Erky T.


Gostou?

Este texto comemora uma meta alcançada no Financiamento coletivo. Nesta meta, Erky irá para perto d’Os Campos dos Mortos reunir a carta do Baralho do Destino às outras. Ele está obcecado e precisa encontrar novos companheiros de aventuras.

Vocês estão a postos? Prontos para jogar a aventura com um baralho de outra civilização? Com outros deuses jogando seus dados?

Então, vá lá! Faltam só 03 dias! Apoie neste link!


Créditos

Texto por Augusto A. L. Ballalai
Garl Glittergold, Baravarm Kerowyn Hucrele, Sharwyn e Talgen; Khundrukar; Phandalin e Halruaa – Nome de propriedade intelectual de WOTC

Imagem destacada: Athena Skye, por Leos “Okita” Ng (Luches)

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Primeira aventura de John Prichard traduzida.

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