Capítulo 3 – O Monte da Adaga

Por Ricardo Costa
Imagem de Destaque, autor desconhecido

1º de Martelo, Ano da Harpa Escondida (1.403 CV)

O primeiro dia do Ano da Harpa Escondida amanheceu frio na Floresta do Rei. Debaixo das mantas e peles, providenciadas pelos rebeldes, dormiam em uma grande tenda, os integrantes da Comitiva da Fé, a exceção dos elfos Mikhail e Kariel, que por característica de sua raça, não precisavam descansar mais do que duas horas por dia e costumavam gastar o silencioso tempo noturno em leituras e estudos em suas disciplinas divinas ou arcanas. Estavam os dois sentados, nestas tarefas, quando uma pequena silhueta se desenhou no tecido tocado pelo sol da frente da tenda. Uma voz, semelhante à de uma criança, foi ouvida logo depois.

– Comitiva! Vamos acordar? Nossos amigos já estão reunidos na fogueira! Temos ovos, fruta-pão e até manteiga! Parece que vamos ter uma missão hoje. Estejam prontos! Estou esperando vocês trocarem os pijamas!

Mikhail sorriu e começou a acordar os companheiros. O anão foi o mais difícil e teve que ser sacudido por Magnus e Limiekki até se convencer a levantar, em meio a resmungos. Vinte minutos depois estavam prontos, e começaram a deixar a tenda. Do lado de fora, Fibin, o ruivo, sardento e rechonchudo pequenino, que mordia uma maçã, sentado em uma pedra, os esperava. Tinha uma mochila de couro nas costas e uma espada curta na cintura.

– Puxa! Vocês demoraram! Espero que não tenha acabado a fruta-pão! Vamos… Espírito pediu para que eu os levasse até nossa reunião!

Fibin foi com o grupo até a fogueira rodeada de tapetes velhos da noite passada, onde estavam acomodados os mesmos rebeldes que haviam lhes recebido antes. A exceção era o arqueiro Dezor, que, ao invés dos tapetes, preferiu sentar-se sobre a tampa de um grande e velho baú. Sobre as brasas, em um caldeirão velho de ferro, cozinhava uma cheirosa sopa de legumes, e havia uma bandeja de prata onde estavam arrumadas várias frutas, dois pães grandes e um pequeno copo de cerâmica vermelha contendo manteiga. Em cima de alguns tapetes vagos, havia pratos, talheres e tigelas para sopa. Espírito interrompeu seu desjejum, levantou-se ao ver os aventureiros e os cumprimentou.

– Bom dia, amigos! Lamento acordarem cedo, mas temos que comer e levantar este acampamento em breve. Por favor… sentem-se! Disse-lhes que falaríamos sobre a missão. Vamos aproveitar então este momento.

Os aventureiros sentaram e tomaram seus pratos. Bingo avançou sobre o pão e encheu sua tigela de cerâmica de sopa mais rápido do que qualquer um, sem qualquer embaraço. Zender, que conhecia o famoso apetite dos pequeninos, sorriu e começou os assuntos que tinha a tratar.

– Meus amigos! Nos últimos meses, trabalhamos para forjar uma aliança contra os Zhentarim. Possuímos apoiadores importantes entre a nobreza cormyriana, boas pessoas que gostariam de ver sua nação livre novamente, mas precisamos de outras forças se quisermos ter sucesso em uma ação contra o Fzoul e sua marionete, o rei Azoun VI. Acredito que a atuação da Comitiva da Fé será fundamental nesta tarefa. – Zender tomou um tubo de couro que estava preso à suas costas, retirou dele um pergaminho e o desenrolou no chão. Era um mapa das terras centrais e ocidentais de Faerûn[1] – A primeira parte do plano que temos em mente para a Comitiva será em Evereska, a Cidade Fortaleza Élfica. Os elfos sabem de nossa demanda e estamos aguardando uma manifestação do Conselho dos Anciões. Esperamos que a intervenção da Comitiva da Fé, que os auxiliou na época do conflito contra os phaerins[2], possa convencê-los a decidir ao nosso favor. De lá, devem ir até Portal de Baldur, onde um contato no mercado negro afirma ter informações que podem levá-los às suas armas mágicas, existentes nesta época, além de nos proporcionar a compra de uma grande quantidade de armamentos para equipar nosso grupo. Por último, devem seguir para Águas Profundas. O Lorde Revelado, Caladorn Cassalanter, se opõe aos Zhentarim, porém ele e os Lordes Mascarados ainda não tomaram nenhuma ação efetiva contra Fzoul. Acreditamos que possam conversar com o general Galtan Falcão Negro, que já foi um antigo membro da Comitiva da Fé e tentar, através dele, influenciar o governo de Águas Profundas em direção a uma aliança para combater o nosso inimigo. Fibin e Vaera irão com vocês. Temos uma carroça pronta, cavalos, suprimentos, recursos para a compra das armas e autorizações para passar pelo posto de fronteira de Cormyr, no Pico das Tempestades. O disfarce de vocês será o de uma dupla de mercadores, a serviço de Lorde Thorn Emmarask, e sua escolta, que irão levar uma carga de vinhos para as Terras Centrais e para a Costa da Espada.

– É uma viagem longa! – ponderou Magnus – Com uma carroça cheia, se não tivermos contratempos e, parando nestas cidades, levaremos dois meses, talvez mais, para retornar à Cormyr.

– Sim, Magnus – concordou Zender – Será uma jornada longa e sujeita à perigos, mas acredito que hoje não existem pessoas mais indicadas em toda Faerûn para realizá-la.

– E armas? Não posso ir num negócio destes sem um bom aço em minhas mãos! – reclamou Baruk.

– Claro! Por favor, Dezor!

O homem levantou-se e abriu a tampa do grande baú. Retirou deles duas espadas longas, um sabre, um martelo de guerra, um machado e uma espada curta. Todas as armas eram ótimos trabalhos de forja e estavam cuidadosamente limpas e polidas.

– São obras dos melhores armeiros de Cormyr, mas apesar da boa qualidade, elas não possuem propriedades mágicas, como as lendárias armas que carregavam, mas é o melhor que podemos oferecer no momento. Armas deste tipo, nos dias de hoje, são ainda mais raras e cobiçadas.

Arthos, que se mantivera calado e pensativo, de súbito explodiu em uma frase.

– Já sei! A nau voadora!

– Que nau voadora? Enlouqueceu!? Do que está falando? – perguntou o anão guerreiro, olhando estranho para Arthos.

– Você não estava conosco, Baruk, mas quando viajamos para o Subterrâneo[3] nos utilizamos de antigas naus voadoras mágicas, remanescentes da época de Netheril. Se pudermos usar uma delas, economizaríamos bastante tempo e problemas. – explicou o espadachim ruivo, visivelmente empolgado pela possibilidade de pilotar novamente o fantástico veículo.

– Ué? Mas nosso barco não ficou por lá? – Lembrou Bingo

– Sim, Bingo, mas havia outro, um menor. – interferiu o mago Kariel – Nosso amigo Klerf o utilizou para transportar os escravos que libertamos de volta para a superfície. Ele o levou em seguida para nosso esconderijo, a caverna do Monte da Adaga, no Vale da Adaga. Podemos ir até lá, Arthos, através de um encanto de teleportação. Resgataremos a nau e a traremos até aqui. Não há necessidade de transportar mais pessoas. Os outros podem permanecer e aguardar nosso retorno.

– Sem dúvida, é uma boa notícia, meu pai! – disse Zender – Mas advirto que os Zhentarim e os cormyrianos leais a Fzoul possuem patrulhas aéreas. Magos montados em abominações aladas, dizem, além de existirem soldados cormyrianos em grifos.

– Viajaremos à noite e em grande altitude! Será difícil nos ver! – completou Arthos.

– Então está bem! Aguardaremos o retorno de vocês. Quando partirão? – quis saber Zender.

– Imediatamente, se Kariel puder realizar o encanto! – Arthos olhou para seu amigo elfo – Quanto mais rápido, melhor!

– Estou pronto, Arthos. Preparei a utilização desta magia no meu repertório durante a noite – falou Kariel, que colocou uma das espadas na bainha vazia que jazia no seu cinto e levantou-se.

Antes de seguir o amigo, Arthos também se armou do sabre ofertado pelos rebeldes, retirou da mochila uma pequena lamparina e a acendeu utilizando uma vareta e a chama da fogueira. Levantou-se em direção à Kariel, seguido, um pouco atrás, dos companheiros. Kariel e Arthos afastaram-se alguns metros da fogueira e dos amigos, buscando uma área mais livre naquele gramado em meio à floresta.

Zender e seus companheiros desejaram-lhes boa sorte e, logo após, o mago elfo começou a gesticular e a proferir palavras arcanas. Em meio aos olhares dos companheiros e de curiosos, os dois aventureiros foram desaparecendo, até sumirem completamente.

Em instantes, seus corpos se materializavam a centenas de quilômetros de distância, em uma escuridão plena, mas logo a luz da lamparina de Arthos afastou parte das sombras da caverna. Aquele complexo de câmaras construídas dentro da rocha do Monte da Adaga havia sido um antigo entreposto drow[4] e se conectava com muitas cavernas naturais que levavam ao Subterrâneo. Após conquistar o lugar, a Comitiva da Fé fez dele a sua base de operações e contratou inventivos artesões gnomos para promover reformas. As paredes e pisos de rocha crua haviam sido trabalhados e revestidos, mobília e tapeçarias foram acrescentadas, conferindo bastante conforto àquelas instalações.  Kariel havia teleportado a ele e a Arthos para a sala de reuniões do grupo, mas o que a iluminação revelava surpreendeu os aventureiros. As mesas, cadeiras e armários de madeira estavam destruídos. As teias de aranha e a grossa poeira denunciavam um abandono de muitos anos.

– Pelas Barbas de Elminster! O que aconteceu aqui!

– Temo que algo terrível, Arthos! Vamos verificar o restante dos aposentos.

Kariel, usando o fogo da lamparina, acendeu uma tocha, que descansava em um suporte metálico em um corredor próximo e, em seguida dividiram-se. Ambos estavam com as espadas em uma das nas mãos e as fontes de luz na outra, mas não houve necessidade de lutar, pois o local estava completamente deserto. O cenário era, por onde quer que olhassem, de abandono e destruição. Depois de realizar suas buscas, Arthos retornou para o corredor que levava à doca onde costumavam atracar a nau netherese, quando encontrou Kariel ajoelhado, examinando algo. O espadachim ruivo aproximou-se do arcano e viu que ele estava diante de dois esqueletos amontoados em meio a restos esfarrapados de roupas. Kariel removeu um colar com um pingente em forma de harpa dos ossos de um dos cadáveres.

– Klerf – concluiu, Kariel, pesaroso – E temo que o outro corpo seja de sua companheira, Kayla.

– Deuses! Mas como nossos inimigos entraram aqui? Os gnomos prepararam armadilhas, havia uma ilusão que escondia a entrada…

– Não existe nada infalível, Arthos! Vamos até ao atracadouro!

Os dois puseram-se a caminhar em passos rápidos pelo corredor, que se abriu em uma câmara cavernosa natural muito maior. Havia uma estrutura de madeira; uma escada e uma plataforma, que levavam a um tipo de cais onde se amarrava o barco que flutuava ao ar, mas ele não estava lá.

– Sumiu! – constatou Arthos, decepcionado.

– Não tinha esperanças de encontrá-lo, após tudo o que vimos. Não há mais nada o que fazer aqui. Devemos retornar.

Arthos assentiu com um menear de cabeça e o mago começou o seu ritual. Desapareceram, então, da caverna, que voltou a sua escuridão e ao silêncio sepulcral.

Menos de uma hora havia se passado no acampamento e algumas tendas estavam começando a ser desarmadas. Os quatro da Comitiva ainda estavam em volta da fogueira. Bingo e Fibin ainda comiam. Os rebeldes que os acompanhavam, porém, haviam recebido um informante, um homem sujo, barbudo e desarrumado, que chegou em um cavalo magro. Eles estavam de pé, em um círculo e conversavam. Havia alguma tensão nos olhares. Baruk, que observava o grupo, virou-se para Mikhail.

– Elfo… com suas orelhas pontudas não consegue saber o que estão dizendo?

– Até que poderia, Baruk, mas não é de minha educação espionar aliados. Se eles desejarem, falarão conosco.

– Bah! Vocês elfos são cheios de boas maneiras! – bradou o anão de longas barbas negras que iam até o meio da barriga.

Enquanto conversavam, viram Kariel e Arthos retornarem bem próximos de onde estavam. Surpreso, Bingo largou a tigela de sopa no chão.

– Ué! Já voltaram!? Cadê o barco voador?

– Não encontramos, Bingo! – disse Arthos, sintético – Onde estão os outros?

– Ali! – apontou Baruk – Um homem apareceu com alguma novidade. Não me parece coisa boa!

Zender e seus companheiros haviam encerrado a conversa com o recém-chegado, que havia sido liberado. Quando notaram o retorno de Kariel e Arthos, foram em direção a eles. Zender perguntou ao seu pai.

– O que houve? Porque o retorno precoce?

– Nossa base foi invadida e destruída. Encontramos os corpos de nossos amigos Klerf e sua companheira, Kayla. A nau desapareceu.

– Sinto muito. Infelizmente, tenho outra má notícia. Kelta Rhawl, filho de Faergal Rhawl, antigo companheiro de vocês e meu irmão de criação, foi capturado na cidade de Tyrluk, quando tentava iniciar uma revolta. Nosso informante diz que ele será enforcado amanhã, ao pôr do sol. Ele é impulsivo e, às vezes, age tolamente, mas é um dos nossos e a sua morte precisa ser impedida!

– Tyrluk é a última cidade antes da fronteira com as Terras Centrais. Fica no nosso caminho até Evereska – lembrou Magnus – Vamos levantar destes tapetes e chegaremos com tempo suficiente para libertá-lo!

– Então venham comigo! Vamos levar-lhes até a carroça. Ela está pronta, à margem da Estrada do Rei. – falou Zender – Darei algumas outras informações quando chegarmos.

Em seguida partiram a Comitiva da Fé e Últimos da Floresta. Deixaram o acampamento andando, floresta adentro, guiados por Dezor, conhecedor de atalhos. A trilha que perseguiram serpenteou entre ruínas antigas, de algo que havia sido belo, hoje tomadas por grandes árvores e trepadeiras, um riacho raso de águas geladas, um denso emaranhado de árvores de tronco liso, desfolhadas pelo inverno, e altos pinheiros. Dezor movia-se a frente, sem confundir-se ou duvidar. A floresta era seu lar e conhecia os detalhes das plantas e rochas. Foram quarenta minutos, até chegarem próximos a um galpão de madeira, com aparência de abandono, em uma clareira, muito próximo de uma estrada de terra. Havia seis cavalos amarrados e selados, presos a troncos. Um homem encapuzado saiu da floresta, silencioso como uma sombra, e cumprimentou o grupo. Ao retirar o capuz, viram tratar-se de Roc, um dos arqueiros que estava com Dezor, quando encontraram a patrulha Zhentarim. Ele voltou-se para Zender e para os demais, que se aproximavam alguns metros atrás.

– Bom dia a todos! A carroça está no galpão. Vou atrelar os cavalos.

– Está bem, Roc. Conduza a carroça até a margem da estrada – comandou Zender.

Minutos depois, a carroça deixou o abrigo, puxada por dois cavalos. O veículo de madeira escura era grande e coberto com uma lona branca. Muitos eram os penduricalhos amarrados em sua lateral: tapetes, ferramentas, rolos de cordas, uma lanterna grande de vidro. Era um genuíno carroção de mercador. Suas rodas de madeira gemiam e produziam rastros profundos no solo úmido das chuvas do inverno, indicando que carregavam uma carga de bom peso. Após conduzir a carroça para a estrada, Roc desamarrou outros dois cavalos selados que restavam de uma árvore. Zender chamou a Comitiva para mostrar o interior daquela caravana mercante, lotado de barris de carvalho, engradados rústicos e algumas tapeçarias e roupas.

– Os barris de cima contêm realmente o bom vinho Emmarask, porém os de baixo estão cheios de moedas de ouro e platina para a compra das armas, um financiamento feito pelos nobres de Cormyr para nossa causa. Embaixo destes engradados, existe um compartimento secreto, revestido de chumbo, onde poderão guardar suas armas mágicas, se as recuperarem. É necessário escondê-las, caso uma patrulha Zhentarim apareça. Eles possuem magos que vasculham por estes tipos de itens. A pena para aqueles que os possuem e não fazem parte das forças oficiais é a morte. No retorno, deverão acondicionar o armamento comprado em Portal de Baldur em caixotes e trazê-lo com o mesmo disfarce. Temos toda a documentação oficial para fazê-los passar pelos postos de fronteira, tanto na ida, quanto na volta, além de algumas roupas e armaduras mais comuns, para que vistam e não chamem atenção dos soldados.

– Não seria necessário usarmos algum disfarce mais elaborado para não nos reconhecerem? – quis saber Mikhail.

– Apesar de alguma fama nos Vales, os rostos e a aparência da Comitiva da Fé eram conhecidos por poucos e hoje, trinta anos após o desaparecimento de vocês, será ainda mais difícil para aqueles que os viram os reconhecerem. Porém, um pouco de cautela, não fará mal algum.

– Queria saber como iremos localizar o tal contato que irá nos vender as armas? – perguntou Magnus.

– Fibin viveu em Portal de Baldur e conhece algumas pessoas. Ele irá com vocês nessa missão! – respondeu Zender.

O pequenino deu um sorriso e os seus olhos brilharam. Deu um pulo e alçou a pequena escada que levava ao interior da carroça. O líder dos Últimos da Floresta prosseguiu.

– Vaera…você irá com a Comitiva até Evereska e trará para nós a resposta do Conselho dos Anciões.

– Será um privilégio, Espírito! – respondeu a bela elfa de cabelos dourados e olhos cor de âmbar, olhando para Zender e os aventureiros da Comitiva.

– Acho que é tudo… nossa esperança reside em vocês! Peço-lhes que tenham muito cuidado. A Comitiva não existe mais nos dias de hoje e perdê-los será uma dor que não desejo sentir novamente! – disse Zender, com tristeza.

Kariel pôs a mão direita no ombro do filho e disse-lhe, com sua voz suave.

– O mundo pode nos levar para caminhos inesperados e isso é inevitável. Que Tymora[5] nos ajude em nossas missões, mas para onde quer que ela nos leve, estarei feliz por saber que ela conduziu bem o seu destino.  Tornou-se uma grande pessoa e sinto-me orgulhoso por isto!

– Obrigado, pai! – respondeu o meio-elfo, com um abraço.

A Comitiva então recebeu um mapa e documentos, trocou suas roupas por outras mais ordinárias e comuns, e acomodou-se para a viagem. Bingo e Limiekki conduziam a carroça, Magnus e Arthos iam montados em seus cavalos como escolta e Fibin, Vaera, Kariel, Mikhail e Baruk ficaram dentro do vagão. Após gestos em despedida, aos poucos, a caravana partiu, deixando para trás os esperançosos rebeldes.

Contínua no Capítulo 4 – A Estrada Para Tyrluk.


[1] Continente principal do planeta Toril, onde se localizam a maioria dos Reinos

[2] Bestas mágicas que, libertadas de sua prisão, atacaram Evereska em 1.372 CV, na linha de Tempo da Comitiva da Fé. Foram destruídos por Khelben Arunsun, com o auxílio dos exércitos de Cormyr, de Águas Profundas e da própria Comitiva.

[3] O Subterrâneo, como é conhecido o mundo de cavernas que existe abaixo da superfície de Faerûn, abriga diferentes reinos e criaturas.

[4] Os drows, ou elfos negros, são uma espécie hostil de elfos que vivem nas cavernas no Subterrâneo, avessos à luz do sol e frequentes inimigos dos habitantes da superfície.

[5] Tymora, a Deusa da sorte, dos aventureiros e do jogo.

 

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